Março 2007
Arquivo Mensal
mostre o seu universo
Arquivo Mensal
Publicado por mogli__ em 20 Mar 2007 | sob: administração
1°
A pede para B buscar café.
B nota que terminou, volta e informa A deste triste fato.
2º
A pede para B buscar café.
B nota que terminou, passa mais e serve A.
Um exemplo esdrúxulo, sem dúvida. Você, que certamente entendeu a mensagem, empregue esta analogia na elaboração em um Relatório Mensal de Vendas. Se faltarem algumas informações, o coordenador de vendas deve enviar um relatório incompleto ao gerente ou deve ligar para cada vendedor e buscar o que precisa?
Essas situações tratam do que foi aconselhado por Og Mandino em uma das lições de O Mago da Palavra: ande sempre a milha extra.
Uma pessoa, profissional ou particularmente, deve ter a consciência crítica sobre seus atos mais exigente do que as pessoas em volta. Assumir para si mesmo que uma tarefa não foi cumprida da melhor maneira que poderia ser, e, principalmente, corrigir esta falha, é efetivamente o que todo gerente, pai e professor espera de nós.
Temos capacidade cognitiva para avaliar as ações de terceiros. Sabemos dizer que um zagueiro jogou mal, que um motorista é ruim, que um colega apresentou mal um trabalho. Conseguimos fazer o mesmo de maneira reflexiva. Temos de constatar que determinada operação precisa ser feita com responsabilidade e capricho, mesmo que ninguém peça.
Se você foi contratado para limpar o tapete, mas você aproveitou e varreu a sala, certamente será contratado novamente. Você andou a milha extra, e é o que todos buscamos nas pessoas.
Dedicação e compromisso, de verdade.
Certamente todos já ouviram os termos eficiência e eficácia. Peter Drucker afirmava, enfaticamente, que eficiência é fazer certo, enquanto eficácia são as coisas certas, o objetivo.
Todos concordamos que, no primeiro cenário, B foi eficiente: fez a coisa certa, foi buscar café. Não tinha, e isso não havia sido previsto na ordem de A.
No segundo cenário, munido de senso crítico, empenho e responsabilidade, ele passa café e concatena à situação sua eficácia: levou café para A.
Passar café não havia sido pedido, ele andou a milha extra.
E certamente está mais perto de um aumento.
Publicado por mogli__ em 13 Mar 2007 | sob: t.i.
Avaliando o comportamento dos departamentos de TI atuais, vários aspectos são confrontados com alguns dogmas do início dessa ciência.
Dentre eles, temos a divisão das atribuições do departamento através de contratos com terceiros, caracterizando a prática do outsourcing na área de tecnologia.
Este bom hábito facilita muito o controle das operações de TI. Os gestores que, em dado momento, precisavam ocupar-se em planejar o orçamento estratégico e dimensionar um upgrade nas estações, por exemplo, delegam esse trabalho para o parceiro responsável por isso.
A organização ganha, diretamente, por não investir em bens de depreciação rápida, como são os equipamentos de tecnologia. Além disso, todos os custos agregados, como suprimentos e manutenção, também são responsabilidade da terceirizada.
É evidente que essa prática tem limites quando entra na questão de customizações e sigilo das informações. Mesmo assim, estas linhas não se contrapõem à idéia, e sim norteiam os termos dos contratos de prestação de serviço.
Por estas mesmas razões que, geralmente, os contratos de outsourcing em TI visam as áreas mais práticas do setor.
Uma vez assinados os contratos, a dependência da organização - mesmo com toda a força legal - na empresa contratada é considerável. Tendo isso em mente, deve-se tender sempre a manter uma relação de parceria, no lugar do clássico cliente-fornecedor.
Devem ser claras também as modificações de filosofia de uma TI corporativista para um departamento de TI com serviços terceirizados. Haverá diminuição no quadro funcional, porém a equipe terá acréscimo em polivalência e responsabilidade. O fato de um determinado serviço ser prestado por terceiros não tira a atribuição do setor de TI, que deverá cobrar e controlar a prestação desse serviço e sua boa qualidade.
A Fujitsu, referência em soluções de TI, publicou os 7 passos para outsourcing em TI, que descrevem algumas das modificações na organização e no departamento de TI interno.
Desprendendo-se de detalhes operacionais, os colaboradores poderão focar no negócio da organização. Além disso, a economia proveniente desses contratos de prestação de serviço permitirá também investimentos mais adequados para o desenvolvimento da corporação.
Dividir a TI em módulos e deixar que cada especialista cuide do seu é uma ótima maneira de ter sempre equipamentos e serviços atualizados, de boa qualidade e bem administrados.
Publicado por mogli__ em 10 Mar 2007 | sob: administração
Como no último post de administração a referência a kaizen foi bastante sucinta, acho que podemos relacioná-la com outro aspecto organizacional.
Isso, é claro, não é difícil de fazer se você entender o significado desta filosofia.
Possivelmente, um dos maiores riscos encarados por pequenos empresários é a sua concorrência. Quanto mais comum o serviço ou produto prestado for, mais provável é que haja um grande número de empresas com a mesma proposta, portanto, concorrentes.
Só estes?
Um equívoco típico - e que pode custar caro às empresas - é imaginar que apenas a padaria da outra rua é concorrente da sua panificadora. Tom Connellan, em Nos Bastidores da Disney, conta como este gigante do entretenimento encara sua concorrência.
Em poucas palavras, qualquer empresa com a qual o seu cliente possa relacioná-lo, é seu concorrente. Evidente, se levarmos isso de forma concreta, enlouqueceremos qualquer organização, mas é uma ótica muito contundente.
Se a sua farmácia oferece atendimento em um 0800, para receitar remédios simples e delivery, tome cuidado: você pode ser concorrente da maior montadora de carros do país. Os serviços são completamente diferentes, mas um consumidor que ligue para uma montadora para solicitar revisão, e depois para sua farmácia para pedir um comprimido para gripe, certamente estará comparando os atendimentos telefônicos. Quantas vezes chamou, quem atendeu, quantas informações possuía, como estava o ambiente atrás do telefone, como teve sua solicitação respondida.
Aceitar essa verdade nos força um cuidado especial a tudo que é referente à organização. Cada detalhe tem o potencial de fornecer fortes críticas ao negócio.
Aí temos, novamente, a essência kaizen. Desde o momento em que você pega as chaves do seu carro de manhã para ir ao trabalho, até o último e-mail que envia no dia, faça como se estivesse sob uma implacável auditoria.
Porque você estará.
Neste sentido, quando sua empresa tiver dez anos de mercado, uma sólida equipe funcional e muitas cifras em rendimentos, ligue para cada concorrente e agradeça.
Eles motivaram o seu desenvolvimento.
Publicado por mogli__ em 08 Mar 2007 | sob: geral
Curtas:
08 de março - dia internacional da Mulher.
De 09 a 07 de março - tempo para dedicar-se em fazer com que ela sinta-se uma.
Get dressed for success
Shape me up for your love
Publicado por mogli__ em 08 Mar 2007 | sob: geral
Houve sempre forte angústia em alguns integrantes da minha turma de amigos, digamos assim, de infância, por assim dizer. São aquelas amizades que você cria no fundo do coração, e que por mais que seu mundo vire do avesso e você conheça centenas de pessoas, nenhuma delas chegará à categoria desses amigos de antigamente.
Parece algo hierárquico, como colegas e amigos. Não sei explicar, mas é bem verdade.
Então, como ia dizendo, algumas pessoas dessa turma temiam o futuro. “Fulano vai se formar (no Ensino Médio) ano que vem, o que será que vai acontecer?”, ou “Ciclano está se mudando, não o veremos mais”, e essas coisas da vida.
Tudo isso criava um grande medo de como continuaria a turma, as amizades e os relacionamentos.
Inevitavelmente o tempo passou - ele tem esse hábito, não é? - e, da mesma forma inevitável, muitas coisas mudaram. Muito.
Vícios, cidades, hábitos, amizades.
Valores.
Com isso, comentários do tipo “antigamente não era assim” ou “alguns anos atrás estaríamos fazendo isso” acabam sendo espontâneos.
Triste, não é?
Segurem esta emoção toda, vejamos outros aspectos.
O levantado acima trata da natural evolução humana e social. As pessoas tendem a amadurecer com o passar dos anos, e, atrelado a isso, temos vários acontecimentos - familiares, profissionais, sociais - que interferem na vida do cidadão, e impulsionam mais ainda a tão temida mudança.
Temida.
Em ambientes corporativos, se você vislumbra a alteração de um determinado procedimento - ao invés de A aprovar, mandar para B copiar e depois para C catalogar, tirem B da história e deixem que A aprova e C faça o resto - costuma dar alergia nos colaboradores envolvidos.
Atualizar o método de marcação de ponto, então, origina ataques de raiva.
Há uma certa relação entre a tristeza pela transformação do colega, tratado nos parágrafos iniciais, com a aversão do funcionário descrito acima?
Muita.
Comodismo? De certa forma. Insegurança? Total.
O homem naturalmente é resistente a qualquer alteração do seu ambiente.
Talvez seja uma resistência infundada. Lavoisier havia previsto que tudo se transforma, previsão esta que, aplicada aos animais, veio a ser comprovada pelo colega Darwin.
Nascemos para isso. Somos programados para evoluir.
Certo. Se aceitarmos essa premissa natural, como tratar da depressão pelo colega que não é mais o mesmo, ou pelo maldito procedimento que antes era assim e agora é assado?
Bem, nas organizações as causas são, em grande parte, insegurança pela geração de instabilidade do vínculo. O cidadão acha que se A mudar para B ele terá menos responsabilidade e, consequentemente, será demitido.
Se este é o seu plano, chefe, então finja que você não está notando a crescente coceira do seu funcionário. Caso um eventual desligamento não esteja em vista, seja claro sobre as razões da mudança. De forma sincera.
Claro, com os vínculos afetivos a história é outra. Costumo sempre tentar convencer as pessoas de uma teoria que nem eu tenho muita convicção, mas ela faz sentido.
A transformação das pessoas e comportamentos é inevitável. Aceite isso.
Antigamente era melhor do que agora? Certo. Defina com clareza quais pontos eram melhores: se eram as conversas, discussões, entretenimentos, cumplicidade. Enfim, você será capaz de uma pequena lista das características que você preferia no molde antigo.
Agora, a parte difícil: busque a essência. O quê, exatamente, fazia com que esses itens da lista existissem e fossem tão importantes? A essência é imutável, basta procurar com atenção.
Quando você encontrá-la, perceberá que aquela angústia está bem menor. Agora é só aplicar essa essência nos dias de hoje.
Por mais que uma pessoa mude, o caráter mantem-se o mesmo. A índole é única.
Esta índole nunca negará uma essência dela.
Com isso você conseguirá aquelas mesmas amizades de antigamente, mas com um arzinho moderno.
Pelo menos é algo em que acreditar.
Navegar é preciso, viver não é preciso.
Fernando Pessoa disse que navegar era criar.
Eu digo que é evoluir.
E você?
Publicado por mogli__ em 06 Mar 2007 | sob: t.i.
Engraçado como uma troca de paradigma geralmente vem acompanhada de um novo nome para o objeto em questão. Você não pode passar a observar um sistema sob um determinado ângulo e, quando alterada essa visão, continuar a chamá-lo do nome antigo.
É um pouco romântico, mas é verdade.
Seguindo esse sentido - claro, com razões técnicas, teóricas, de postura e métodos… Além do romantismo - estamos utilizando a sigla TI - Tecnologia da Informação - como o conjunto dos recursos técnicos e administrativos, físicos e virtuais, práticos e abstratos, que tratam das soluções desenvolvidas e mantidas pelas tecnologias da informação em âmbitos corporativos e pessoais.
Como pode ser visto, progredimos de conceito, paradigma e nome, em relação à anciã Informática.
Não, nenhuma crítica. Aliás, anciã foi um elogio. É a origem da ciência, nunca poderá ser menosprezada.
Esse novo conceito foi muito bem recebido pela comunidade, de modo geral. Se puxarmos pela memória, há alguns anos o endereço do site de um programa de televisão aparecia, em letras miúdas, no final dos créditos. Hoje é o próprio nome! Está na logomarca!
Na publicidade, é mais comum você ter o site do que o telefone. Claro, ele tende a fornecer mais informações, de maneira mais prática e barata.
That’s evolution, baby.
Certo… De cálculos matemáticos, para alguns recursos tímidos e inexpressivos… Crescendo… Dominando os meios de comunicação, ok vamos devagar aqui. Quantos cursos de graduação temos na área? É, muitos. Ótimo! Tudo isso, muito bom.
Não é?
Acho que você pensou demais para responder…
Existe uma piadinha, antiga mas muito criativa e - dói dizer isso - com certa verdade: a informática veio solucionar problemas que não existiam.
P***, virei a mesa. É exatamente este o calo. As TI cresceram, e continuam, em uma evolução de projeções geométricas. Certo, é o futuro. Mas será que o foco não está sendo perdido?
Pensem com clareza. O Sr. João - homem digno e íntegro, preocupado com a família e freqüentador das missas dominicais - abre uma empresa de sapatos. Ora ora, Sr. João, mas que maravilha! Muito sucesso para o senhor. Agora, veja bem, será que a sua empresa não precisa de um site? É bastante importante. E, por que não, um sistema para controle contábil. Sim, o senhor sabe, esse trabalho manual todo pode ser facilitado.
E assim vai.
Dentro de 06 meses o Sr. João está tendo uma úlcera porque o sistema não emite o balanço fiscal e os auditores do governo estão respirando bem perto da nuca dele.
Pobre homem, tão íntegro que era.
Esse quadro - exagerado, claro, mas muito sincero - está sendo repetido o tempo todo. Hoje mesmo o IDG Now! publicou uma matéria sobre os dramas do ERP. Céus, vejam só: ele, que era a estrela de pouco tempo atrás, virando tema de dramas!
Proponho aqui um novo foco de direcionamento dos recursos de TI. Confúcio não precisou conhecer nenhuma automação em workflow para dizer que não se deve usar um canhão para matar um mosquito.
Isso porque um conceito precisa ser fortemente fixado nos profissionais de tecnologia - e em tantos outros, é claro: ferramenta.
No link acima, a definição é perfeita: um dispositivo que forneça uma vantagem mecânica ou mental para facilitar a realização de tarefas diversas.
Este conceito, concatenado aos ensinamentos do mestre chinês, mostra claramente que uma ferramenta deve ser adequada ao trabalho para o qual foi desenvolvida. Adequada.
Se você precisa de um martelo que não machuque as mãos, você emborracha o cabo. Se é para uma criança utilizar, você faz com peças de plástico, para ser mais leve. Se deve ser eficiente e será manejado por um adulto, você o deixa mais pesado.
As ferramentas são adequadas ao trabalho e ao usuário.
O novo conceito, e sua nova sigla, são claros: IT - Information Tools.
Facilite o processo de transformação dos dados. Desenvolva as ferramentas adequadas para que seus usuários tenham as informações corretas, e gerem o conhecimento exato.
Comente, show us your universe!
Publicado por mogli__ em 04 Mar 2007 | sob: administração
Muito vem sendo discutido sobre a relação entre trabalho e emprego e suas consequências na sociedade. De certa forma, entendo que a relação trabalho x emprego é consequência da evolução social. Transformações nos meios de produção, na natureza dos produtos e na necessidade de aquisição são, por origem, características humanas.
O Professor Imre Simon, da USP, apresenta um material muito interessante sobre o conceito desses termos.
Categoricamente, trabalho é o esforço humano dotado de um propósito e envolve a transformação da natureza através do dispêndio de capacidades físicas e mentais, enquanto emprego é um contrato de prestação de serviços, com certa estabilidade, entre quem executa o trabalho e quem detém os meios de produção.
Popularmente somos tentados a confundir essas atividades, e não devemos.
Como podemos previamente concluir, as relações empregatícias ficaram muito populares na revolução industrial e a disseminação das teorias de Taylor.
Com o desenvolvimento das escolas da Administração, o trato sobre essa linha de pensamento foi sendo cada vez mais tido como concreto.
Atualmente as linhas de produção, fundamento desse cenário original, estão sendo substituídas por serviços indiretos, produção intelectual e virtual.
Domenico de Masi, em O Futuro do Trabalho, fala sobre a virtualização do trabalho na sociedade pós-industrial. Concomitantemente, Lance Secretan fala sobre o achatamento da pirâmide organizacional, teoria reforçada pelo brasileiro Ricardo Semler, ao tratar da empresa enxuta.
Ora, não é complicado visualizarmos a curva das relações de trabalho de forma gaussiana, concordando que ela já atingiu o seu ápice por volta dos anos 80.
Portanto, se temos a virtualização do trabalho e certa diminuição nas relações empregatícias (comprovado pelos índices de desemprego), como vamos ganhar a vida?
Eis que uma correta interpretação do conceito de trabalho faz-se importante. E, se não estamos presos em funções pré definidas, temos de agregar todo e qualquer conhecimento possível. Outsourcing, consultorias e outros profissionais liberais mostram como será daqui pra frente. Com isso, não basta sermos graduados e conhecedores de uma ciência, temos de estar a par do todo. Desenvolver as faculdades humanas, de forma interdisciplinar e aplicável, será palavra de ordem.
Tudo isso, sem esquecermos os ensinamentos do Kaizen.
Faça o que fizer, faça bem feito. E melhore a cada dia.
Estudar ciências diversas, de forma interdisciplinar, clara e concisa, conseguindo aplicar este conhecimento e tratando da qualidade desta aplicação diariamente. É cansativo, mas é uma possível chave para o sucesso.
Faltou falar mais sobre a virtualização do trabalho. Pretendo fazê-lo, algum dia.
Reforço: são apenas as minhas despretensiosas opiniões.
Expresse as suas.
Show us your cosmolite!
Publicado por mogli__ em 04 Mar 2007 | sob: geral
Estava assistindo um filme há pouco - matrix reloaded, a maior coleção de ternos já gravados ao mesmo tempo - e um comercial chamou a minha atenção.
Um príncipe moderno chega a uma casa simples com um tênis de cristal e pergunta se é da bela que atendeu a porta.
Ela está com um cara, oferece as irmãs feias para o almofadinha e tals.
“Porque a vida real não tem açúcar”, é a moral da campanha da Pepsi Max (que não tem açúcar, entendeu né?).
“Porque a vida real não tem açúcar”?
Hum…
O que você acha? A sua vida tem açúcar? Talvez antes devêssemos - como em um processo científico - definir os termos. Procuremos a definição de “sua vida” e “ter açúcar”.
Como explicar “sua vida” pode ser algo deprimente para algumas pessoas, guardemos esta conclusão nos nossos corações. Não precisa contar pra ninguém.
“Ter açúcar” é o ponto importante. O que será que isso quer dizer? Será que relaciona-se a “ser fácil”? “Doce”, no sentido conotativo, como se “doce” for “agradável”, e não, necessariamente, “não amargo”?
Sem conclusões muito presunçosas, apenas sugiro uma reflexão.
Se a vida é difícil, acho que cabe a nós facilitá-la. Essencialmente baseava-se em caçar e comer, acho que as maiores dificuldades foram impostas com o passar do tempo, e podemos trabalhar em cima disso.
Agora, se a sua vida é amarga, vá ler algum livro.
Mudar isso depende só de você.
“Porque a vida real não tem açúcar”?
Acho que eles deveriam definir isso com mais cautela…