shame, shame, shame
Publicado por mogli__ em 14 Abr 2007 | sob: geral
Que me perdoem os fatalistas, mas a vida é de quem faz. Se suas conjecturas permitem a existência de um poder superior (ou Poder Superior, anyway), e sendo o livre-arbítrio um dos legados do homem, não posso acreditar que nos seria fornecida a chance de decidir sobre nosso atos se todas as suas conseqüências já estivessem determinadas.
Concomitantemente, a inglesa Mary Midgley afirma que o ponto central de excelência do existencialismo é a aceitação da responsabilidade (ou falta dela…) sobre nossos atos e suas conseqüências.
Esta linha só é fortalecida quando nos deparamos com aquela miríade de se… que surge ao refletirmos sobre um evento.
Portanto, deixando a demagogia ir dar uma volta no parque, gostaria de lembrá-los - de tomar a liberdade de lembrá-los - que os seus atos, as suas ações, as suas decisões implicarão diretamente sobre a sua vida e o seu futuro.
Sabe o gosto do arrependimento? É horrível.
Seja conseqüente. Maktub é para os acomodados.
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